Backdoor: uma Onda tão Bonita quanto Perigosa
- Ayelet Fuentes Guerra

- há 22 horas
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Localizada na praia de Ehukai, na North Shore de Oahu, no Havaí, esta onda é uma combinação de beleza, potência e risco.
Quando grandes swells do Pacífico Norte chegam entre novembro e fevereiro, a North Shore se torna o epicentro mundial do surf e do bodyboard. Atletas, fotógrafos e fãs de todo o mundo viajam para testemunhar o espetáculo proporcionado por ondas como Backdoor.

Compartilhando o mesmo pico que Pipeline, este pico tem sido palco, ao longo de décadas, de performances memoráveis protagonizadas por algumas das figuras mais influentes dos esportes de prancha.
A onda quebra diretamente sobre um recife vulcânico raso, onde um erro pode ter consequências imediatas. Sua velocidade e potência exigem posicionamento com precisão milimétrica desde o momento da decolagem.
Um take off atrasado ou uma linha incorreta pode resultar em fortes quedas sobre o reef, motivo pelo qual Backdoor é considerada um verdadeiro teste de habilidade, experiência e comprometimento, mesmo para os atletas mais experientes.

Dependendo das condições do oceano, do vento e da direção do swell, Backdoor pode oferecer tubos longos, cristalinos e extremamente técnicos, que já produziram algumas das imagens mais icônicas do surf e do bodyboard profissional.
No surf, alguns nomes que construíram parte de seu legado nessas águas são Kelly Slater, John John Florence e Jamie O’Brien. No bodyboard, destacam-se Mike Stewart, Dave Hubbard e Jeff Hubbard.

Por essa razão, Backdoor ocupa um lugar especial em ambas as modalidades e se tornou uma referência obrigatória dentro da cultura global do surf e do bodyboard.





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